Olá família! Olá amigos!
Aqui está disponível a grande reportagem SIC "Que Será Será", onde os Valente estão muito bem representados.
Mais do que muita emoção, foi um imenso orgulho. Indescritível!
(vejam a partir do minuto 6:30)
Um grande obrigado a todos. E viva a família Valente!
Saudações,
Pedro Martins (e não Valente, mas também!)
... É gente activa, é família unida, por uma aldeia, por uma paixão, e para toda a vida . Unida por um passado que se vive presente, e por uma tradição que tanto encanta e se sente. Neste blog se honra a história da família Valente, e de todos os que amam a sua terra-mãe: Santana de Cambas. Aqui ficam para sempre as imagens e estórias tornadas História, para que sejam revisitadas em sorrisos e lágrimas, de amor e de saudade.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Santana hoje (continuação)

Terra raiana e de antigos contrabandistas, outrora ancorada no empreendimento mineiro de São Domingos, Santana de Cambas guarda uma história de resistência ímpar que talvez explique o forte espírito comunitário que ali se sente. Em nome dos que vivem da terra, deu-se por encerrada há dias uma novena para pedir chuva aos céus. Também é o povo que cuida com afeto da sua igreja paroquial, na falta de um padre em exclusividade. Para breve, está a abertura do primeiro restaurante da aldeia. E todos esperam que seja um bom isco para as visitas de Espanha, agora mais frequentes desde a inauguração da ponte que liga o Pomarão a El Granado.
No limite do concelho de Mértola com a fronteira espanhola, Santana de Cambas já foi terra de mineiros, quando a jazida de São Domingos ainda estava a laborar em pleno. E de contrabandistas, quando não restavam muitas mais alternativas de sobrevivência na raia ao longo desses anos miseráveis das ditaduras de Franco e Salazar. Já viu chegar e partir gente, sobretudo a partir de meados dos anos 60, período de grande boom migratório, e ser-lhe interposta a barragem do Chança no caminho para Espanha. Em 2009, mais de 20 anos passados sobre essa construção, que absorveu os trilhos calcorreados pelos vizinhos e primos ibéricos, para lá e para cá, eis que uma nova ligação, a ponte internacional do Baixo Guadiana, encurtou para 12 quilómetros o caminho entre Pomarão e El Granado. As expetativas de maior dinamismo económico eram muitas mas o que contam as gentes no largo Dr. Serrão Martins é que as visitas de nuestros hermanos estão a passar ao lado de Santana de Cambas.
Manuel José dos Santos, um septuagenário de olhar doce e porte elegante, faz as honras da casa junto à fachada do Centro de Convívio Cultural e Recreativo, já vazio depois da hora de ponta pós-almoço. Diz ele, que chegou a tentar o contrabando “mas não quis saber dessa vida”, que a aldeia não tem o que os visitantes procuram: “Chegam aqui, não há nada, não há aqui uma casa onde façam comida, e então vão para Moreanes, para os Corvos. Aqui só temos o café e aquela mercearia além”.
Chamar mercearia ao estabelecimento de António Gomes, de 70 anos, é no mínimo redutor. Fruta, frigideiras, trelas para cães, meias, pacotes de batatas fritas e pastilhas elásticas compõem o cenário em que se movimenta há 38 anos, sempre atrás daquele balcão e com um olho de esguelha na taberna, que funciona atrás de si. Uma porta aberta em cada lado do mesmo quarteirão. “É mercearia, é taberna, também tenho roupas… é uma miscelânea. E nestas terras pequenas, se não for assim, não nos governamos, e mesmo assim governamo-nos mal”, desabafa, lembrando a perda de poder de compra, o predomínio dos velhos na balança demográfica e as escassas oportunidades de trabalho para os novos. “Dois lares, dois pedreiros de construção civil e a Câmara de Mértola. Não há aqui mais nada”, acrescenta. E confirma o desvio dos espanhóis, em busca de sítios “onde comer bem”. “Vão ali a Mértola e aos Corvos e os portugueses vão à procura de gasolina e gás; outras coisas já não trazem porque já não dá resultado. A mercearia já é cá mais barata”. Mas apesar dos dias difíceis, Santana de Cambas ainda é um sítio onde se vai levando a vida com alguma calma e harmonia, remata o comerciante: “Só duas pessoas é que não têm casa própria. Não se pode dizer que se vive bem, porque sabemos bem que em todo o lado é a mesma miséria, mas é uma terra onde mais ou menos está tudo composto, tudo equilibrado, e não se olha ao que os outros têm”.
À porta de casa, a desembocar para o largo principal da aldeia, Rosa Maria, de 68 anos, é da mesma opinião. Por isso não se arrepende de ter deixado para trás a cidade de Haia, na Holanda, onde esteve emigrada 33 anos, a trabalhar “oito horas por dia, numa fábrica e depois em limpezas nuns escritórios”. “Gosto muito de estar aqui. Gosto do convívio. Há muitas mulheres, juntamo--nos aqui todas, fazemos costura, quando alguma faz anos, fazemos uma festa na Casa do Povo”, descreve, satisfeita. Com as vizinhas espanholas já se estabeleceu um novo ritual desde que foi inaugurada a nova ponte, há três anos. Em cada Dia da Mulher, há festa feminina. Ora do lado de cá, ora do lado de lá da ribeira do Chança. “Este ano vieram elas cá, no ano que vem vai a gente lá. Antes da ponte não havia contactos, porque era difícil. Para ir a Espanha, tínhamos que ir por Serpa ou pelo Algarve. Agora está tudo à mão”. Rosa Maria e Manuel dos Santos são os nossos pontos de contacto com o “grupo da novena”. Em poucos minutos, rodeia-nos uma agremiação de mulheres de roupas coloridas, viçosas na sua madurez. Conversamos sob as arcadas do ponto dos Correios, onde se alinham as caixas de apartado.
Maria Júlia Carrasco, de 73 anos, é a porta-voz. Em poucas horas, cumprir-se-á a sexta noite de prece pela chuva, que é “o elemento da natureza de que mais precisamos”, explica. O grupo, maioritariamente feminino, concentra-se à porta da igreja e depois segue para um ponto diferente da aldeia em cada serão. “Não sou seareira, não tenho gados, mas tenho pena. Fui um dia destes ao Pomarão, passei ali à estrada e vi uns borreguinhos andarem com a boquinha em cima da terra sem uma ervinha para comer”, esclarece Maria Júlia. A compaixão é unânime e a fé também, pelo que não foi difícil juntar à volta de duas dezenas de habitantes para as peregrinações noturnas que terminavam dali a três dias. Um encerramento com direito à presença do pároco de Mértola, que só costuma aparecer para uma missa mensal porque tem a seu cargo um concelho inteiro. “Coitado, ele faz o que pode. É uma pessoa já com mais de 60 anos”, salvaguarda Ana Maria Pereira, de 79 anos, que guarda e mostra às visitas a igreja paroquial, templo que deverá datar do século XVII, como se fosse a sua própria casa.
Descendo à terra, fala-se de um novo negócio, um restaurante que está prestes a abrir num espaço de que é proprietária Maria Júlia Carrasco, com exploração a cargo de familiares próximos. “Neste momento, parece que há margem para negócio, por causa das visitas dos espanhóis. Moreanes tem dois restaurantes, a Mina tem dois ou três, Corvos também tem um. Por que é que Santana não há de ter o seu?”, remata. Luís dos Reis Presidente da Junta de Freguesia de Santana de Cambas
Em termos demográficos, como se caracteriza Santana de Cambas, tendo em conta o contexto global do concelho de Mértola?
Embora se verifique um decréscimo populacional na freguesia, não é um decréscimo tão elevado quanto noutras do concelho. Temos atualmente 800 habitantes. E é óbvio que, dentro das possibilidades da junta de freguesia tudo tem sido feito para que se possa viver condignamente numa freguesia que é “amiga” das pessoas.
Como se tem vindo a recompor a freguesia depois do fecho das minas de São Domingos, no final da década de 60, que dava trabalho a grande maioria da população?
No final da década de 60, com o encerramento das minas de São Domingos e com a diminuição da atividade piscatória, é evidente que muita população teve que ir para outras paragens e todos aqueles que ficaram se foram adaptando a novas atividades.
Quais são as principais fontes de riqueza e emprego para quem vive aqui atualmente?
Atualmente a construção civil, a agricultura, a pecuária, os produtos tradicionais como o mel, queijo e pão, o turismo rural e algum comércio são as principais fontes de riqueza da nossa freguesia. Santana de Cambas tem uma antiga relação com Espanha, nomeadamente através do contrabando.
Como se carateriza essa relação hoje, com a existência da nova ponte sobre o rio Chança?
Com a construção da nova ponte transfronteiriça e, após termos tomado conta dos destinos da freguesia, temos intensificado as relações luso-espanholas, com os mais variados intercâmbios culturais nas áreas do lazer, do desporto e de parcerias em diferentes atividades.
Quais são os momentos altos da vida social e cultural da freguesia e qual o vigor do movimento associativo aqui?
É, sem dúvida, a freguesia onde o movimento associativo é mais intenso; quase todas as localidades da freguesia têm as suas festas de verão. Existem três instituições particulares de solidariedade social (a Casa do Povo de Santana de Cambas, o Centro de Apoio a Idosos de Moreanes e o Centro Social de Montes Altos) que contribuem, quer para a criação de emprego, quer para o bem-estar da população mais idosa. Para os mais jovens, existe o Centro Educativo de Santana de Cambas que inclui as valências do pré-escolar e 1.º ciclo. A própria junta realiza ao longo do ano, em parceria com a população da freguesia, inúmeras atividades de âmbito cultural, lúdico e desportivo, como por exemplo passeios de BTT, passeios pedestres, comemorações festivas, cinema itinerante, passeios no Guadiana, entre outras. A junta de freguesia apoia também as atividades realizadas pelas associações locais. Realizam-se ainda nesta freguesia três grandes eventos culturais, sendo eles a Feira da Aldeia de Santana de Cambas, a Feira Agropecuária Transfronteiriça de Vale do Poço e o Festival do Peixe do Rio, que terá lugar nos próximos dias 24 e 25 do presente mês, e que convido, desde já, todos os leitores a visitar.

Objetos e testemunhos
do contrabando num museu
Inaugurado em 2009, o Museu do Contrabando regista em objetos e testemunhos escritos e filmados o que foi este fenómeno de sobrevivência na zona raiana, durante mais de três décadas e especialmente intenso nos três anos (1936-1939) da Guerra Civil de Espanha. Nas vitrinas expõem-se latas de café, um exemplar do clássico moinho de zinco e latão, alpercatas e sapatos de borracha, muito procurados pelos mineiros de São Domingos, a saca de serapilheira, que servia de mochila para transportar as cargas clandestinas, ou ainda a temida farda da Guarda Fiscal. Instalado bem no centro da localidade, no largo onde se encontram a igreja e o centro de convívio, o núcleo museológico “é pequenino mas muito visitado por gente de fora”, garante, orgulhoso, Manuel José dos Santos (na foto), um dos muitos que por esses dias tentou a sua sorte a caminho de Espanha. “Noites e noites andando, para depois perder a carga antes de chegar ao destino. Vinha para trás e não ganhava nada. Desisti, não quis saber dessa vida”, conta. O museu, que se quer em permanente construção, alberga ainda um mapa no qual vão sendo assinalados, mediante as informações que forem chegando, todos os trilhos do contrabando na raia ibérica.
Um “complexo” de solidariedade social em Montes Altos
Entre as três instituições particulares de solidariedade social da freguesia, o Centro Social de Montes Altos foi a que ganhou maior notoriedade nacional, pelo volte face que provocou nesta pequena povoação, onde se contavam apenas 11 pessoas na fase de arranque do equipamento, em 1993. A partir do velho edifício da escola primária, criou-se primeiro um centro de convívio, depois o centro de dia e o apoio domiciliário e, mais tarde, a valência de lar de terceira idade, tendo entretanto também sido criadas três empresas de inserção (construção civil, higiene habitacional e lavandaria). Segundo dados do sítio eletrónico da instituição, são 37 os seus atuais colaboradores e 94 os utentes que beneficiam dos seus serviços. Por lá passou o Presidente da República, em 2006, no âmbito do Roteiro para a Inclusão, e ficou surpreendido com o que viu, quatro anos depois de o fundador da instituição, António Diogo Sotero, ter sido distinguido com o Prémio Nacional Nunes Corrêa Verdades de Faria, pelo seu trabalho no apoio a idosos desprotegidos.
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segunda-feira, 26 de março de 2012
Santana hoje
Uma pequena reportagem sobre a nossa Aldeia nos dias de hoje. Para ver e rever.
Até breve!
A Geração Valente
Até breve!
A Geração Valente
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
'Portugal a Pé' passou por Santana de Cambas
NDA: A imagem da Nossa Senhora dos Caminhos, à entrada de Santana de Cambas. Esta terra já é um pedaço de civilização a alguns quilómetros das minas. Comi lá duas sandes de fiambre num café onde as mulheres assistiam ao programa da Fátima Lopes.
O jornalista Nuno Ferreira atravessou Portugal a pé, entre Fevereiro de 2008 e Novembro de 2010. Ao longo deste período, percorreu tudo o que havia para andar, desde bermas de estrada, percursos pedestres, leitos secos de rios, caminhos em terra batida, linhas de caminho de ferro abandonados, etc, para cumprir o objectivo deste projecto: reencontrar o país profundo, conhecendo e vivendo as tradições do Interior. A partir de dia 21 de Novembro 2011, já pode encontrar o seu relato nas livrarias, com o livro «Portugal a Pé», publicado pela Vertimag.
Saudações,
A Geração Valente
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Onde ficar (em Santana)
Certo é que em Santana há muitos Valentes e por isso há sempre um cantinho onde ficar, mas fica a (óptima) sugestão: A Casa Conduto (Turismo Rural).
Reservas e mais detalhes : http://www.homelidays.pt/mertola/casa-de-turismo-rural-344866pt1.htm
Saudações,
A Geração Valente
Reservas e mais detalhes : http://www.homelidays.pt/mertola/casa-de-turismo-rural-344866pt1.htm
Saudações,
A Geração Valente
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Vai tudo abaixo?
O edifício da Junta de Freguesia de Santana de Cambas (Mértola), construído em 2005 pelo anterior executivo CDU, corre "risco de ruir" devido a "erros de construção" e poderá ter que ser demolido, alerta a concelhia socialista.
Em declarações à agência Lusa, após o envio de um comunicado a denunciar o caso, o presidente da concelhia de Mértola do PS, Mário Martins, explicou que o edifício, devido a "erros básicos de construção", "tem várias anomalias, está instável e corre risco de ruir".
Abatimentos nos pavimentos e paredes interiores com fissuras e desligadas do pavimento, com fendas que "atingem os quatro centímetros", e dos tetos são as anomalias apontadas no auto da vistoria efetuada ao edifício pela Câmara de Mértola (PS) e a pedido da junta e ao qual a Lusa teve acesso.
De acordo com Mário Martins, devido à "gravidade da situação" e "por questões de segurança", o executivo da junta, liderado pelo PS, seguindo indicação da Câmara, pediu nova vistoria ao Laboratório de Engenharia Civil da Universidade de Évora.
José Rodrigues, antigo presidente da Junta de Freguesia de Santana de Cambas e actual vereador da Câmara de Mértola, eleito pela CDU, assegura que “a estrutura física exterior do edifício não cedeu”.
A polémica sobre o edifício da Junta de Freguesia de Santana de Cambas, no concelho de Mértola, cresce de tom com os socialistas a dizerem que aguardam que as instituições que tutelam as freguesias “o Tribunal de Contas e a Inspecção-Geral da Administração Local se pronunciem”, o antigo presidente afirma que “em vez da câmara e da Universidade, o LNEC é a única entidade com capacidade para se pronunciar sobre a robustez do edifício”.
Segundo o relatório do laboratório, consultado pela Lusa, a instabilidade do solo de fundação é "bastante grande" e "a solução do problema passa pela demolição do edifício".
Fonte: Radio Voz da Planície/Agência Lusa
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
A vida do mineiro
Nos últimos 100 anos, a indústria portuguesa ressentiu-se e transformou-se. Por todo o país há hoje ruínas do vigor industrial de outros tempos, autênticas "fábricas fantasma" que todos conhecem, mas que ninguém sabe ao certo quantas são. Viaje agora com a Renascença até à Mina de São Domingos, em Mértola, através das memórias de dois antigos trabalhadores.
Veja a reportagem aqui.
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
O nosso Toi Carrasco...
Mértola: Ferido grave em atropelamento
Um homem, de 66 anos, ficou gravemente ferido esta manhã, depois de ser atropelado por um veículo ligeiro de mercadorias na Estrada Municipal 514 em Santana de Cambas, concelho de Mértola.
António Valente Carrasco, reformado e solteiro, fazia a sua caminhada matinal quando foi surpreendido por uma carrinha que o abalroou.
O condutor, de 29 anos e residente no lugar de Picoitos, não se apercebeu da presença do homem devido a uma lomba. “ Estamos a investigar as causas do acidente, ocorrido pouco depois das 08h00. O condutor foi identificado no local” disse ao CM fonte da GNR.
A vítima, que sofreu múltiplos traumatismos, foi transportada de helicóptero para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa. No local estiveram os bombeiros de Mértola, apoiados pela VMER de Beja e veículo do INEM, informou o CDOS de Beja.
Fonte: Correio da Manhã, 27 Outubro 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Comemorações do Dia da Mulher 2010
A Junta de Freguesia de Santana de Cambas e o Ayuntamiento de El Granado vão organizar as Comemorações do Dia da Mulher no próximo dia 06 de Março. O Programa inclui uma visita ao Hotel S. Domingos e à Casa do Mineiro, seguida de almoço em Santana de Cambas, com animação musical pela tarde fora.
Fonte: Site da Junta de Freguesia de Santana de Cambas
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Festival do Peixe do Rio em Pomarão
Já vai na 8ª edição. Sempre a crescer, em qualidade e em dimensão também.
domingo, 25 de outubro de 2009
Esmiuçando os sufrágios
No rescaldo do período eleitoral que agora finda, e sobretudo para quem está mais distante e se quer manter informado, eis os resultados das eleições autárquicas para a assembleia de freguesia de Santana de Cambas:
Fonte: www.europeias2009.mj.pt
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Irregularidades em Santana de Cambas
Continuando neste sinuoso e perigoso fio da navalha que é a política, e porque nem tudo podem ser só boas noticias, chamou-nos a atenção esta notícia sobre eventuais irregularidades na gestão da autarquia, ocorridas no período que agora finda:
"A concelhia de Mértola do PS revela, em nota de imprensa, uma denuncia do Tesoureiro da Junta de Freguesia de Santana de Cambas. Na nota, enviada à Rádio Pax, pode ler-se que “o Tesoureiro da Junta de Freguesia de Santana de Cambas, Mértola, denuncia e prova com documentação, que o actual Presidente da Junta de Freguesia, senhor José Rodrigues Simão e candidato a vereador da Câmara Municipal, praticou actos menos próprios, censuráveis e ilegais como Presidente da Junta de Freguesia (…)”.
Para ler a notícia completa, clicar aqui.
Fonte: Radio PAX, e Blog mertola-concelho.blogspot.com.
Baptismo de voo para idosos
Tudo bem, sabemos que é época de eleições e tudo vale para conquistar votos... Mas iniciativas destas dão que falar e devem por isso ser aplaudidas, seja em que altura for. Pois na semana passada a Câmara Municipal de Mértola organizou um baptismo de voo para os idosos do concelho, incluindo pois claro algumas pessoas de Santana de Cambas. Foi uma viagem aérea de meia hora entre Lisboa e Faro. É pouco, soube a pouco com certeza, mas como diz a reportagem abaixo, é só meia hora de viagem mas é muito mais tempo na memória.
Vejam aqui a reportagem na íntegra:
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Museu do Contrabando na SIC
A SIC esteve na aldeia o mês passado, na sequência da inauguração do museu do contrabando em Santana de Cambas. A reportagem deu no Primeiro Jornal do dia 03 de Agosto de 2009, e poderá vê-la na íntegra clicando aqui.
Fonte: aguasdosul.blogspot.com
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Mais palavras para quê?
Tínhamos prometido deixar aqui umas fotos das festas de Santana, mas a verdade é que este ano as festas até tiveram direito a reportagem. Está tudo (bem) feito e prontinho para quem quiser ver ou rever as festas, no site da Casa do Povo. Mais palavras para quê? É só clicar aqui.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Sabe sempre a pouco.
Pois é, e já se passaram as festas da aldeia. Sabe sempre a pouco, muito pouco, e por muitos anos que passem é sempre difícil não esconder aquela pontinha de tristeza, como que um nó na garganta, quando chega o domingo e a hora de abalada.
Para quem não esteve presente, assim vos digo que foram umas grandes festas... apesar de curtas. Ou melhor, foram curtas mas grandes. Primeiro que tudo, confesso que tenho saudades de algumas coisas do antigamente... Ai as festas de antigamente... Lembro-me da torre da igreja sempre iluminada, e que fazia a nossa terra ainda mais linda... e tão bela para quem a vê ao longe... Lembro ainda o fogo de artifício (ou apenas a alvorada com morteiros, já seria bom de ouvir), mas que agora é proibido. Lembro-me da mítica largada de vacas na rua da escola e não só (e já lá vão tantos anos... alguém se lembra?), recordo as provas de atletismo até à santinha, as corridas de sacos, as peladinhas de solteiros contra casados (pois é, e agora onde era o saudoso campo de futebol existe agora uma rua inteira, com casas e tudo!). Até dos saltos de paraquedistas me lembro ainda...
Lembro-me também, aquando da procissão pelas ruas da aldeia, que toda a gente punha uma colcha nas janelas para engalanar o evento... e os automóveis eram religiosamente (desculpem o termo...) retirados das ruas por onde passava a romaria, para evitar afunilamentos, mas sobretudo em sinal de respeito pelos santos e seus fiéis. Outros tempos...
Enfim... eram tempos de vacas gordas, ou melhor, de quando havia vacas. Hoje tudo é diferente, umas coisas estão melhores, outras estão piores, outras já não existem sequer. A aldeia está bem mais bonita, com suas ruas arranjadas, com cada vez mais casas reconstruídas, pintadas, vivas, e com gente. É bom ver o museu no adro (um museu na aldeia... alguém pensou que um dia isso iria acontecer?) e a casa do povo arranjada, com muitos serviços e muito activa, com internet wireless (uái quê? wireless, sem fios!) onde se pode aceder a toda a hora.
Sei e confirmei que se vai fazendo o que se pode, e até o que não se pode, para trazer à aldeia a festa e a dignidade que ela merece, não só nestes dias, mas durante o ano inteiro. Pegando numa frase muitas vezes ouvida por lá e não só: "o artista é um bom artista". Mais digo que os artistas foram uns bons artistas: os artistas da festa e sobretudo os artistas que a fizeram.
Bem, e para o ano há mais: faltam 362 dias.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Museu do Contrabando em Santana de Cambas
Para quem anda desactualizado:
Foi inaugurado no passado dia 10 de Junho o Museu do Contrabando em Santana de Cambas. Localizado no antigo edifício da Autarquia, o museu deseja ser repositório de um manancial de informação, sobretudo oral, que importa salvaguardar e divulgar. O museu foi criado com o objectivo de mostrar uma parte da história da Freguesia, mas também para aproveitar o seu património histórico e cultural como um recurso que poderá trazer riqueza e desenvolvimento.
Fonte: www.mertolaonline.com
Acrescento que é o primeiro museu deste género em Portugal. Merece por isso, e também porque representa uma boa parte da nossa história, uma visita atenta.
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