... É gente activa, é família unida, por uma aldeia, por uma paixão, e para toda a vida . Unida por um passado que se vive presente, e por uma tradição que tanto encanta e se sente. Neste blog se honra a história da família Valente, e de todos os que amam a sua terra-mãe: Santana de Cambas. Aqui ficam para sempre as imagens e estórias tornadas História, para que sejam revisitadas em sorrisos e lágrimas, de amor e de saudade.
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quinta-feira, 20 de março de 2014

Procurando Eugénio


Eugénio Parreira Valente. O "tio" Eugénio que partiu muito novo para Santander (Cantábria, Espanha), onde faleceu anos depois, deixando 5 filhos, três dos quais nascidos já em Espanha. Continuamos sem contatos de nenhum destes primos. Se tiverem amigos ou conhecidos nesta zona de Espanha, partilhem p.f.
Obrigado.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Dá-me um Valente abraço!

 
Bem, e já que estamos aqui, e o tempo passa bem depressa... temos de começar a preparar o nosso próximo encontro em 2013!
Precisamos da colaboração de todos, a ver se para o ano o nosso dia é ainda mais Valente.
Gostaríamos, como sempre, de receber fotos vossas, sobretudo as mais antigas, para adicionar ao nosso baú de recordações.
Mais ainda, e porque cada ano tem de ter algo de diferente e especial, gostaríamos de receber fotos de abraços entre Valentes. Chamemos-lhe pois a campanha "Dá-me um Valente abraço" :)
Vá, toca então a abraçar os Valentes mais próximos, e a enviar essas fotos para nós, para o e-mail: geracaovalente@gmail.com
 
Saudações,
A Geração Valente.

Grande Reportagem SIC - "Que será será" : a nossa família Valente

Olá família! Olá amigos!

Aqui está disponível a grande reportagem SIC "Que Será Será", onde os Valente estão muito bem representados.
Mais do que muita emoção, foi um imenso orgulho. Indescritível!

(vejam a partir do minuto 6:30)



Um grande obrigado a todos. E viva a família Valente!
Saudações,
Pedro Martins (e não Valente, mas também!)

quarta-feira, 30 de março de 2011

Eu sou de Santana




(...)
Eu sou de Santana
Linda freguesia
Quando avisto a igreja
Só sinto alegria

Meu torrão natal,
Mãe da minha infância
Recorda-me os tempos
Quando era criança

Tua singeleza
Eu não vejo par
É p'ra ti Santana
Q'eu estou a cantar...
(...)

In memoriam Armando Valente

Devo ter ouvido estas cassetes um milhão de vezes. Sei de cor estes versos e mais alguns, e ainda hoje me lembro deles e do seu real e eterno sentido.
Família de poetas e de artistas, este é um dos mais puros retratos da família Valente.

E só já falta um mês para o nosso (re)encontro!
Saudações,
Pedro Martins (d'A Geração Valente)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

E o tempo passa depressa




Porque hoje é um dia bem especial para ele, recordamos aqui uma das fotos tiradas no primeiro convívio da família. Parabéns ao sexagenário! Que a vida perdure e a viola te acompanhe por muitos mais anos.
Um abraço,
A Geração Valente.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Na escola




Hoje em dia tudo é bem mais complicado: a indisciplina, a violência e o insucesso escolar são contantes preocupações para um pai. Encontrar uma escola livre desses males é por vezes uma tarefa bem complicada e, claro, nada disso depois nos é garantido. Claro que não. Os manuais, sebentas e lápis de carvão deram hoje lugar às dezenas de livros que se têm de comprar, com centenas de euros, no início de cada ano (e será que as crianças dão mesmo aquilo tudo nas aulas?), o que nos obriga a uma ginástica orçamental cada vez mais exigente. Com os livros vêm ainda todos os outros gastos com o restante material escolar: os lápis e canetas e lapiseiras e borrachas de mil cores, numas mochilas coloridas com o boneco do momento, mais réguas e esquadros de todos os tamanhos e feitios, cadernos iguais às mochilas, mais agora o Magalhães e todos os seus derivados, e tudo novinho de ano para ano (e sei que me estou a esquecer de muita, mas muita coisa mesmo). Afinal a escola hoje é Conhecimento e Saber, mas também é um grande negócio para muita gente. Menos para os pais, claro.
Veio agora a gripe A, que apesar de tanto alarido, felizmente não é tão grave quanto parece. Ou pelo menos preferimos pensar assim, para passarmos os dias mais tranquilos e não pensar muito nisso e nos outros riscos que as nossas crianças têm nas escolas. Mas que os há, há.
E também os havia antigamente. Mas noutros tempos, a indisciplina era tratada com a palmatória ou castigo menos severo no canto da sala. Um chapéu de orelhas de burro, umas reguadas ou uns puxões de orelhas. Hoje isso é proibido, pois ou é violência ou discriminação. E até que havia violência entre crianças nos recreios, durante o intervalo, mas não era nada destas coisas de wrestlings e kung fu e armas brancas. Nem sequer se podia chamar de violência. No meu tempo, alguns anos depois, era assim. Era mesmo todos à molhada, aos empurrões e à estalada, e no final tudo estava bem de novo, à excepção de uns rasgões nas roupas e no corpo. Bem, e ao chegar a casa é que eram elas… Mas nada de muito grave acontecia.
Insucesso escolar também havia, claro, e muito mais do que hoje. Havia o trabalho no campo ou em casa, haviam as dificuldades que haviam e além do mais a escola não era assim tão importante como é nos dias de hoje. Pelo menos pensava-se assim. Era mais necessário ter algo para comer do que um livro para estudar.
Bem, muita coisa mudou, mas a verdade é que quando penso e imagino uma escola primária, vem-me sempre à lembrança a escola de Santana de Cambas. Porque é linda. Mesmo hoje, algo diferente, com uma vedação a toda a volta, mas remodelada e com melhores condições para as crianças (porque felizmente as há, ao contrário de há uns anos), conserva em si os seus traços de antigamente e traz ainda à lembrança os nosso tempos de criança, e os tempos idos de nossos pais (Olá mãe!). Tudo se conserva ali, como nesta foto que aqui deixamos hoje, no nosso baú de recordações.


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Vou-me embora, vou partir.



Mais uma foto que nos chegou e já faz também parte do nosso baú de recordações. Será talvez uma fotografia de despedida, do marinheiro que vai partir e assim se despede da sua família, dos que lhes são mais queridos. Ah... Valente marinheiro. Valente!

Fica, como não podia deixar de ser, a música que ajuda a fazer sentido à imagem.



sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Verão Azul

Chove lá fora. Adivinham-se já suas gotas espessas e frias, como lágrimas de um Verão prestes a despedir-se de nós. Em breve a chuva chega e vem para ficar. Em breve o frio aperta, o vento sopra, as folhas caem, os pássaros recolhem, a lareira se acende e nos livra de um frio que só depois o Natal aquece. Eis então que chega, de novo, a Primavera. Os primeiros raios de sol, as searas ondulando como mar, os aromas da terra e das cores, as andorinhas bailando com o céu, as folhas que renascem e as flores que se colhem, em constante e natural renovação.
Nossas vidas são como as estações do ano: elas se renovam de tempos em tempos, de gerações em gerações, sempre em perfeita harmonia e equilíbrio. Porque há sempre um Verão que nos fortalece e alegra, um Outono que nos esmorece e enfada, um Inverno que nos conforta e abriga, uma Primavera que nos renasce e dá vida. Porque no final de cada ciclo fica em nós esta vontade renovada de renascer, de viver mais um ciclo da vida, de podermos passar mais umas estações desta vida, onde sempre soubémos ser felizes. É essa a força da vida que gera vida.

Bem, a verdade é que apesar disso já tenho saudades do Verão. Deste Verão que já passou e de todos os outros Verões das minhas já muitas (hum.. algumas) Primaveras. Recordo este com nostalgia:




Com os votos de um bom fim de semana e, já agora, um bom Outono para todos.
A Geração Valente.


terça-feira, 15 de setembro de 2009

Corte e costura

E cá está mais uma janela aberta para o antigamente. Esta fotografia terá bem perto de 50 anos e reúne as alunas de um curso de costura em Santana de Cambas, na altura patrocinado pela Singer (mais do que a memória, o carro não engana). A Maria Teresa está bem ao meio da foto, sentada no chão. Reconhecem mais alguém? (clique para ampliar)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

... E os noivos?

Esta é das tais fotos que, se ninguém nos disser, não adivinhamos mesmo a identidade da maior parte destas pessoas. Mas sobretudo o que nos desperta a atenção é: qual será mesmo o motivo pelo qual estão reunidas? Estaria o Gomes com promoções ou de "bar aberto" nesse dia? Hum... isso parece-nos impossível. Mas até se vê um garrafão de vinho a posar para a foto em sinal de celebração (pedimos desculpa se, afinal, for sumo). Mas... e então os noivos? Enfim, aqui fica o pedido, para quem souber os detalhes desta foto, que nos diga alguma coisa, pois gostaríamos de saber a história atrás desta bela imagem de há 30 anos atrás.
Nota: na foto consegue-se vislumbrar o Sebastião Valente Martins, mesmo apesar de ele não ter consigo a sua inseparável viola. Bem... e a verdade é que a sua farta cabeleira de então também dificulta o seu actual reconhecimento.
Com os votos de uma boa semana,
A Geração Valente

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Matança do porco


Continuando a matar saudades dos tempos e das gentes de outros tempos, aqui está mais uma fotografia já longínqua e que retrata uma tradição que, mesmo com outros personagens, dificilmente será repetida nos dias de hoje. A foto não está em muito bom estado, mas mesmo assim dá para descobrir os rostos de alguns dos nossos familiares.

sábado, 29 de agosto de 2009

Mais família

Estas fotos já antigas foram-nos gentilmente enviadas pela Susana Valente (filha do Arnaldo Valente) e retratam dois casamentos de nossos familiares: O Manuel Valente (na 1ª foto) e o Armando Valente (na 2ª foto). Na primeira foto está todo o ramo da família na altura, com o António e a Palmira Valente. Na 2ª foto, tirada alguns anos depois, a família já se encontrava bem mais completa, faltando no entanto em ambas as fotos o António Valente (do café Santana) e sua esposa Maria de Jesus. É verdade que grande parte das pessoas presentes em ambas as fotos já não se encontram, infelizmente, entre nós. Por isso mesmo faz ainda mais sentido recordá-las aqui, em jeito de homenagem.




Um grande bem haja à Susana, e obrigado pela contribuição.
Até já,
Geração Valente

terça-feira, 18 de agosto de 2009

As moças, os moços, e o burrito

Esta é mais outra foto que encontrámos no baú de família. Bem antiga, terá uns 45 anos... por aí. É do tempo da outra senhora, como se costuma dizer... ou de quando havia mais burros que automóveis.
Fica então para a posteridade esta foto: a juventude de outrora, no alto de Santana.

Baú de recordações


Deixamos aqui mais esta fotografia com alguns aninhos, e com um beijo e um carinho muito especial para a nossa família nos Estados Unidos.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O carrinho de rolamentos


E no baú de recordações encontrámos também esta fotografia. Terá cerca de 25 anos, e um pormenor engraçado é ver no canto direita da figura o saudoso carrinho de rolamentos, feito pelo nosso avô e que muito nos fazia chorar, de alegria mas de dor também, quando nos armávamos em Nelson Piquet acelerando pela estrada abaixo, desde a rua grande até ao cemitério. Subir é que era uma chatice...
Conseguem identificar os moços e moças que estão na fotografia?

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Baú de fotografias

Resolvemos abrir o baú de fotografias:


Conhecem? Esta foto terá mais de 35 anos...
Há muitas mais no baú... que vamos colocando aqui de quando em vez.
Saudações, até breve!